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01/08/2009

não deu pra evitar esse post.

eu já disse que eu odeio fotos, aki, inclusive.

pdeio fotos, porque elas SEMPRE me deixam triste.

seja porque eu lembro de algo muito bom e nao tem como voltar, aí eu fico nostalgica

seka porque eu lembro de algo muito ruim que aconteceu e fico triste.

prefiro lembrar so do que eu quero, e do jeito que eu quero.


Escrito por Elisa Maria às 00h17
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07/07/2009

Bem, considerando a frequência dos últimos posts e a minha vontade de atualizar o blog, eu achoque ele morreu.

por isso estou encerrando a vida desse blog com um próximo surgindo em breve, porém diferente.

logo posto aki o novo link

bjs e obrigada!


Escrito por Elisa Maria às 12h56
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19/01/2009

Bem, esse ano não fiz nenhuma promessa para 2009.

Não pulei 7 ondas;

Não comi lentilha;

Não usei calcinha nova;

Não me vesti de branco;

Não comi romã;

Não me preocupei em ficar atenta à meia noite exata.
Não fiz nada dessas convenções que todo mundo faz, nem superstições.
Não fiz planos, não criei esperanças, não fiz promessas nem listas de realizações.

Resolvi deixar tudo rolar, porque não faz diferença.
Melhor NÃO criar expectativas nem promessas, pois dessa forma tudo que acontecer será ótimo.
E não se gasta energia tentando fazer algo porque prometeu.

O ano passado foi um ano de mudanças e adaptações.
Muita coisa aconteceu no trabalho, coisas ruins, mas que me fizeram crescer e ver as coisas.
Foi meu primeiro ano sozinha depois de 5 anos de namoro, e uma puta decepção aconteceu.
Na família eu comecei a ver coisas que não queria ver.
Com meus pais o relacionamento melhorou muito, especialmente com meu pai.
Exclui, literalmente, todos que me faziam mal, e me aproximei de amigos que me fazem bem.

Muito mudou. E parece que isso tudo refletirá nesse novo ano.

E parece que já começou.

Estou muito feliz, pelo menos.


Escrito por Elisa Maria às 23h31
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19/11/2008

Quando perdemos as esperanças é porque realmente nada mais importa.
Esperamos, sempre, por algo.
Eu sempre esperei pelo dia que estivesse na faculdade, depois pelo dia de estar formada, depois pelo dia de dar aulas.

Já passei poor tudo isso.

Nunca esperei por um casamento, um relacionamento monogâmico e estável, casa própria, carro do ano e viagens de férias com cachorro e filhos.

Sempre esperei por alguém que despertasse, diariamente, a minha paixão.
Sempre esperei por alguém com quem eu pudesse conversar sobre as baboseiras filosóficas que atormentam meus dias, sobre as bandas que eu gosto ou os livros que eu li.

Sempre sonhei com alguém que não fosse possessivo e ciumento e que topasse uma relação aberta, mas com carinho, companheirismo, respeito e diálogo.

Nunca sonhei com exclusividade, mas semre com prioridade.

Nunca sonhei em dividir contas, quarto, carro, ou quem faz as compras do mês.

Mas sempre em dividir problemas, angústias, paixões, tesões, desejos e fantasias.

Sempre quis alguém que me entendesse e aguentasse meus surtos, bem como sempre estive disposta a isso.

Há anos acreditava que essa pessoa existia, até porque grande parte disso foi ela que me mostrou ser possível.
Há anos esperava o dia que as coisas estivessem bem o suficiente e que estivéssemos maduros o suficiente para conseguir isso.

Acreditei ter encontrado tudo isso e acreditei ter chegado a hora de ter tudo isso.

Era a única grande esperança que tinha na vida depois de ter conseguido todo o resto que esperava.

E ela se foi. Acabou-se. Não existe mais. Percebi que era só uma esperança, que nunca será possível.

E agora, não espero mais nada.

Meus desejos resumem-se a paixões momentâneas ou realizações imediatas, que não têm projeções futuras, como uma boa balada no fim de semana, ou o celular novo que eu comprei.

Uma sucessão de pequenos desejos, que ao se realizarem duram minutos de alegria. Todos esses desejos são realizáveis. Porque dependem só de mim.

Mas quando dependem de outro, fudeu.

 

"Chegar até o fundo não é um retiro de fim de semana" - Tyler Durden


Escrito por Elisa Maria às 10h37
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04/11/2008

Podia ser, mas não foi

Será que sou só eu que fico puto com essas bandas de uma música só?
Você ouve uma música, e adora! Então vai todo feliz atrás de mais coisas sobre a banda, quer conhecer outras músicas... mas logo descobre que toda a discografia é um porre, e a única música boa é aquela primeira que você ouviu.

Bem, a banda em questão é Flunk, e (pelo menos na minha opinião) a única musica boa é Blue Monday.

Seguindo mais ou menos essa linha de raciocínio, percebi que isso também acontece com pessoas!
Você conhece alguém, troca três ou quatro palavras e acha a pessoa super legal. Um tempo depois... enfim, deu pra entender, né.


by Rodolfo


Escrito por Elisa Maria às 23h13
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25/10/2008

Não sei muito bem, mas quando as coisas estão estranhas eu começo a dar uma surtada e fico procurando coisas pela net.

Eu preciso muito de paixões. Já falei disso por aqui antes, mas vou reforçar.

Preciso me apaixonar por um filme
ou por um livro
ou por uma música
ou por uma pessoa
ou por um trabalho
ou por um curso

ou por qualquer coisa que me faça estar constantemente em primeiridade (ref. ver google Peirce).

aí, quando as paixões esfriam, lá vou eu procurar bandas novas, livros novos, pessoas novas, e etc.

O problema é que é realmente um garimpo difícil.
Gasta-se horas e links pra encontrar algo meio decente.

Desta vez eu encontrei uma coisa. Beeem interessante. Sei lá, pode ser que não vingue nada, mas pelo menos eu gostei do que (não, não, vi não) senti.

Primeiridade


Escrito por Elisa Maria às 18h56
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24/10/2008

Algumas coisas acontecem comigo diariamente, tais como fumar um cigarro, tomar banho, escovar os dentes, beber água, tomar café etc (não, dormir e comer não são hábitos meus diários).

Isso é normal.

Mas tem uma coisa que me acontece diariamente e que consegue abalar meus dias (no bom sentido).

É pensar sobre como algumas coisas podem ser tão fudidas para mim. Isso acontece mais comumente com música.

Eu ouço música todo dia. É impossível para mim passar um único dia sem ouvir música. E eu ouço música o tempo todo.

Se não fosse o rádio no carro, a coisa mais cara nele junto com o som todo - e a única que fiz questão - eu morreria nesse trânsito absurdo de São Paulo, ou então já teria agido há tempos como o Michael Douglas em um dia de fúria.

E o que me abala é pensar em como eu consigo abstrair toda e qualquer coisa quando ouço uma música boa. Que eu goste. Como eu me sinto, como eu sinto a música, como ela consegue ser um soco literal na boca do meu estômago. Como eu tenho vontade de sair gritando a música, ou de virar pro cara do carro do lado e perguntar: "meu, você não ouviu isso? você não sentiu isso? CARA COMO VC CONSEGUE FICAR IMPASSÍVEL OUVINDO ISSO????"

Dá vontade de me jogar no chão, de jogar o carro em cima do cara do lado, de acelerar e ir empurrando todo mundo. De soltar o volante e pisar tudo no pedal e ver pra onde o carro vira. Só sentindo aquela vibração da música.

Ultimamente, o mais específico é a voz. Cara, acho que é por causa dessa banda específica, mas essa voz me causa tudo isso de uma vez e muito mais. Tudo é fantástico, mas vou deixar um pedacinho pra vocês ouvirem que eu posso ouvir mil vezes no mesmo dia e sinto a mesma coisa.

Neste caso eu fico pensando, ainda, como o cara consegue cantar desse jeito. Como pode ele ter essa voz e, ainda por cima, saber usá-la. E cantar com essa coisa de estar sentindo mesmo aquilo.

Prestem atenção dos 2'30" aos 3'30"




PS: eu preciso para de ouvir músicas assim dirigindo, especialmente no último volume, ou um dia eu vou bater mesmo o carro. Sem querer.


Escrito por Elisa Maria às 20h59
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23/10/2008

A primeira vez que eu me lembro de ter realmente me apaixonada por uma banda foi aos treze anos. Antes disso eu ouvia coisas, bandas, músicas, cantores, mas por ouvir.

Lembro-me muito bem, alguns anos antes disso, de quando ouvi o black álbum (eu nunca soube se esse é o nome e deve vir com maiúsculas, ou se o povo que chama assim pra diferenciar e é com minúsculas) do Metallica, por causa do meu primo vidrado em rock desde a infância.

E também dele empolgadíssimo com Slayer, me mostrando tudo, na época em que eu passava as férias na casa da minha tia.

Ou quando, por influências externas, eu comprei o Fear of the Dark, do Iron, conhecendo tão somente a música homônima.

Mas aí, um dia, em casa, vendo MTV, começou a passar um acústico. Já estava no meio. Naquela idade e taus, quando vi o cenário, quando ouvi a voz, e vi aqueles cabelinhos loiros, compridos, ensebados e cobrindo o rosto, me apaixonei perdidamente. A banda era Nirvana e o ano era 97.

Poxa, eu nunca tinha visto, ouvido ou ouvido falar daquilo, e andava com uma galera rocker. Esperei até o fim do show pra pegar o nome da banda, e era Nirvana.

Imediatamente eu comecei a vasculhar (amigos, bancas de jornal, lojas de cds. Seria tão mais fácil se já exixtisse youtube e torrent nessa época...) e não encontrei nada.

Vocês não imaginam minha frustração.

Meu primo até conhecia, mas nem era algo que ele gostasse muito.

Fui até a discoteca do CCSP e lá pude ouvir o Nevermind em LP!

Achei o Unplugged pra comprar em uma loja e ouvia dia e noite.

Meu tio, bem mais velho, conhecia a banda, mas assim, de ouvir falar. Chegou até a comentar que o vocalista havia morrido e tinha sido substituído!

Ou seja: informação zero!

Nesse mesmo ano meu primo foi pros EUA e trouxe pra mim o Bleach.
O Nevermind eu peguei emprestado com o irmão mais velho de uma amiga que vivia pra cima e pra baixo ouvindo a trilha sonora de Pulp Fiction no disc man. (cara, como eu sou velha!) Acho que ele achava legal impressionar as amigas mais novas da irmã.

Eu vivia em bancas de jornal, livrarias, lojas de discos procurando coisas sobre o Nirvana. As letras das músicas não vinham no encarte e quem disse que existia vaga-lume?

Só quando comprei o In Utero que esse sim, veio com as letras.

Aprendi inglês traduzindo Nirvana!

Nessa mesma viagem meu primo trouxe o Antichrist Superstar, do Marilyn Manson, que havia acabado de ser lançado. Outra banda que na época aqui no Brasil a gente não tinha nenhuma informação sobre.

As histórias eram que o cara tinha pacto com o demônio e quem ouvisse o CD dele morreria, ficaria possuído e etc. Ouvíamos o CD morrendo de medo, trancávamos na gaveta e íamos dormir com medo!

Tudo isso pra dizer que eu não entendo essa galera que acha ruim quando uma banda é conhecida, ou cai no gosto popular.

Não sei se é por causa dessa dificuldade que havia antigamente, mas eu adoro quando muitas pessoas conhecem algo de que eu realmente gosto!

Sempre quero que as bandas caiam no gosto popular logo, pra ter mais chance de virem pro Brasil, pra ter mais pessoas pra compartilhar, ouvir junto, falar sobre.

Faço questão de mostrar pra todo mundo que conheço e que não conheço.

E acho pior ainda quando, quando a banda cai no gosto popular, aquele fã ardoroso da banda lado C pára de ouvir e de gostar.

Acho que a pessoa não gosta da banda. Gosta de gostar de algo que ninguém gosta.


Escrito por Elisa Maria às 00h33
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Depois de um bom tempo de insanidade total, de tudo fora de lugar, de um absurdo e gigantesco caos, as coisas voltam a entrar nos eixos.

Antigamente eu escrevia aqui quando as coisas estavam mal, andavam ruins.

Desta vez a coisa que eu menos quis durante todo esse tempo foi postar aqui.

Agora, porém, que tudo está se encaixando, melhorando, tenho pensado muito em escrever.
Quando alguma coisa me passa pela cabeça, logo penso em escrever um texto para postar.

Pensei em fazer um blog novo, sei lá, no blogspot ou algo assim, mas achei melhor manter esse mesmo, que as pessoas já conhecem.

Pensei também em reativar o fotolog e postar os textos lá junto com as fotos.

O problema é que eu não tiro fotos!
Nunca tenho fotos atuais, portanto seria um tiro n´água, as fotos seriam velhas ou eu não postaria pela falta delas.

Além disso, quem quer LER o que eu escrevo entra aqui. Lá o povo só quer VER mesmo.

Por isso, estou voltando.

Espero que permanentemente.

Se não, também, será só mais uma fase de sumiço.

Porque nesses dias, de internet, a gente sempre volta.


Escrito por Elisa Maria às 22h54
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20/10/2008

"A verdade com V maiúsculo diz respeito à vida antes da morte. Diz respeito a chegar aos 30 anos, ou talvez aos 50 anos, sem querer dar um tiro na própria cabeça."

David Foster Wallace

 

na Piauí de outubro.

mês que vem, quando for disponibilizado na íntegra no site o texto, eu posto aqui.


Escrito por Elisa Maria às 15h33
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07/04/2008

É incrível que para cada pessoa que passou e ainda passa pela minha vida tenho uma lembrança. Algum filme, alguma exposição, algum tipo de música, algum lugar, alguma peça, algum livro. Cada uma dessas pessoas é lembrada a cada vez que tenho contato com aquilo que me ficou dela, em termos culturais. Alguma coisa que eu fiz, vi, ouvi, li, senti enquanto estava com ela. Algum autor, ator, cantor, artista, músico, escritor, dramaturgo, político, etc. Mas nenhuma vez, em nenhuma das minhas lembranças, ninguém é mebrado por mim por ter me apresentado algo novo. Claro que sempre houve alguma coisa que eu não conhecia que a pessoa me mostrou. Mas ninguém jamais pôde ser lembrado por mim por alguma coisa totalmente nova inserida no meu dia-a-dia e que continue até hoje. Eu sempre já conhecia.

E acho que o dia que alguém conseguir isso, será essa a pessoa que me terá para toda a eternidade. Querendo ou não isso.

PS: mentira. houve e há uma pessoa. mas aí já é diferente. tudo o que conheço e sei devo a ela e me remete a ela. infelizmente.


Escrito por Elisa Maria às 16h19
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22/02/2008

Eu sei que determinada rua que eu já passei não tornará a ouvir o som dos meus passos.
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos e que nunca mais eu vou abrir. Cada vez que eu me despeço de uma pessoa pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez. A morte, surda, caminha ao meu lado. E eu não sei em que esquina ela vai me beijar.

Com que rosto ela virá? Será que ela vai deixar eu acabar o que eu tenho que fazer? Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque? Na música que eu deixei para compor amanhã? Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro? Virá antes de eu encontrar o homem, o homem que me foi destinado, e que está em algum lugar me esperando embora eu ainda não o conheça?

Qual será a forma da minha morte? Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida.
Existem tantas... Um acidente de carro. O coração que se recusa abater no próximo minuto, a anestesia mal aplicada, a vida mal vivida, a ferida mal curada, a dor já envelhecida, o câncer já espalhado e ainda escondido, ou até, quem sabe, um escorregão idiota, num dia de sol, a cabeça no meio-fio...

Oh morte, tu que és tão forte, que matas o gato, o rato e o homem. Vista-se com a tua mais bela roupa quando vieres me buscar. Que meu corpo seja cremado e que minhas cinzas alimentem a erva e que a erva alimente outro homem como eu, porque eu continuarei neste homem, nos meus filhos, na palavra rude que eu disse para alguém que não gostava e até no uísque que eu não terminei de beber aquela noite...

Vou te encontrar vestida de cetim, pois em qualquer lugar esperas só por mim, e no teu beijo provar o gosto estranho que eu quero e não desejo, mas tenho que encontrar. Vem, mas demore a chegar. eu te detesto e amo morte, morte, morte, que talvez seja o segredo desta vida.

Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida.

 

by Raul, adaptado por mim.


Escrito por Elisa Maria às 15h32
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21/02/2008

Consolação.
Perto do Mackenzie.
14h30.
O semáforo abre, aparece uma bicicleta do meu lado esquerdo, um cara com o colete de entregas do habib´s delivery.
Ele bate no ônibus, que está na faixa exclusiva, e agarra na porta.
Na minha frente um motoqueiro, que estava no corredor, entre a faixa do ônibus e a cidadã diminui e faz sinal.
O cara larga do ônibus e pega na moto.

O motoqueiro acelera com o ciclista agarrado a ele, e eu atrás.

Perfeita sincronia entre os dois.
Uma puta demonstração de cidania e empatia.
Tem coisas que só os motoboys de São Paulo fazem, mesmo.
E tem gente que ainda xinga eles.

Eu sorri e segui meu caminho. Feliz.
Devia ter tirado uma foto.


Escrito por Elisa Maria às 17h57
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e as coisas continuam indo...
como sempre...
meu trabalho está simplesmente fantástico!
estou sedimentando algumas relações importantes, que estão me fazendo muuuito bem...
e promessas de diversão pra frente.
mas há uma coisas ainda mal resolvida
que não sei se um dia eu resolvo!

bjos


Escrito por Elisa Maria às 10h59
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19/02/2008

eu não consigo entender pq continuo amando uma pessoa que parece nao querer isso, e mais, tem feito de tudo para nao merecer.
será porque eu continuo vendo essa pessoa da maneira que ela era qdo eu a conheci?
mesmo ela me dizendo que as pessoas mudam.

to muito nostalgica hj, mas o fato é que por mais q eu queira me desvincular desse passado e esquece-lo, eu nao consigo.

pq eu amo.
continuo amando.
e nao sei se um dia vou me livrar disso...

nao sei se vc ainda le meu blog.
é do seu feitio fazer isso, mas depois de tudo...
nao sei se vera isso
muito menos como encarara.
mas eu preciso dizer:

eu continuo te amando.
sempre te amei.
bjos e tudo de bom


Escrito por Elisa Maria às 23h42
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